Mostrando postagens com marcador aumento 2010. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aumento 2010. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de março de 2010

R$2,25 é um assalto!

Você vai ficar calado?!

O prefeito Barbosa Neto aumentou a tarifa nas férias porque sabe que em período de aulas os estudantes não aceitariam calados este abuso. Os politiqueiros e empresários já tramam novos ataques, propõem a tarifa a R$1 aos domingos e querem que os próprios usuários a paguem durante a semana, aumentando novamente a passagem.

É hora de ir às ruas e mostrar que não aceitamos nenhum centavo a mais. Temos que ir além, fazer como os estudantes de Salvador (Revolta do Buzu) e Florianópolis (Guerra da Tarifa) que fecharam ruas, bloquearam terminais, pularam catracas e somando-se aos trabalhadores tiveram conquistas.

O transporte não deve ser uma mercadoria, como direito deve ser público e gratuito para todos. Por isso defendemos a estatização sob o controle dos trabalhadores e usuários.

A organização na UEL, nos centros acadêmicos, DCE e comitês é fundamental. É preciso partir da universidade para os colégios e bairros. Participe!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A luta por direitos humanos e o transporte público


No dia 23 de janeiro de 2010, 8:30 da manhã, lá estávamos, Centro de Direitos Humanos de Londrina, para mais um ato em defesa dos direitos humanos. O direito ao transporte público, dentro do município de Londrina é desrespeitado continuadamente. O gestor atual do município de Londrina autoriza o valor de uma passagem para R$ 2,25, um aumento de 12% considerando o período de agosto de 2009, quando então era R$ 2,00.

Para o trabalhador e a trabalhadora do município de Londrina, significa arroz a menos na mesa, feijão a menos, leite a menos, pão a menos, etc . Será que o prefeito Barbosa Neto está querendo relembrar os anos de 87, 88, 89 ..., quando o preço da passagem de ônibus subia a cada 15 dias além da inflação e a passagem de um transporte coletivo que não atendia as necessidades da população londrinense? Eram ônibus lotados, as pessoas em pé nos corredores, ônibus que não paravam nos pontos, etc.

Naquele ano de 1989, a população não agüentou e foi as ruas, e foi o maior movimento de transporte que já houve dentro do município. E o gestor da época, o que aconteceu com ele? Foi afastado de seu cargo anos depois. No ano de 1989, o Centro de Direitos Humanos se fez presente na luta por um transporte público e de qualidade. É um dos absurdos do sistema capitalista , transformar uma necessidade básica do ser humano em uma mercadoria e cara. Quem lucra com aumento da tarifa em Londrina? Trabalhadores e trabalhadoras é que não são. Quem se beneficia com o dinheiro que sai do pão, do arroz , do feijão e do leite da casa das pessoas para ser repassado para pagamento de transporte no município? Transporte Coletivos Grande Londrina? Londrisul? Prefeitos? Vereadores?

Mas espere um pouco, prefeitos e vereadores são representantes da população londrinense, estão lá para representar interesse coletivos da população. Ou não? Ou estão no poder legislativo para representar os interesses privados e capitalistas de empresas que visualizam o lucro e não a vida, a necessidade básica das pessoas que utilizam o transporte publico?
A questão é que o Movimento Nacional de Direitos Humanos/PR esteve presente no calçadão de Londrina, através de sua coordenação estadual, bem como o Centro de Direitos Humanos do município também se fez presente por vários de seus membros para apoiar a luta do Comitê do Passe Livre, assim como outras organizações de esquerda as seguintes reivindicações:
- Suspensão imediata dos aumentos abusivos!
- O transporte é um direito, não é uma mercadoria!
- Contra a demissão dos cobradores!

Lembrando que a constituição de 1988 prevê o controle dos trabalhadores e trabalhadoras das políticas públicas, lembrando que o transporte coletivo é uma concessão pública, portanto deveria também ter o controle dos (as) trabalhadores(as). Em Londrina, existe um Conselho do Transporte Coletivo, que não é paritário, tendo apenas duas pessoas representando usuários ( se é que representam), e o mais grave, tem mostrado através dos meios de comunicação que é representante apenas do gestor público e da concessionária e não da população londrinense, pois em nenhum momento convocou a população para debater o transporte no município, para debater a questão do monopólio, para debater o próprio contrato assinado entre a TCGL e prefeitura, contrato este que é sempre renovado. Por que será? Será que algum(a) verador(a), prefeito, pertencem a partidos políticos que recebe ou recebeu alguma ajuda de custo na época de eleição da concessionária?

A questão é que o aumento no valor da tarifa de transporte no município de Londrina é um assalto ao bolso das pessoas , é um desrespeito a um direito humano, a uma necessidade básica do ser humano, que é a do transporte. E hoje, 23 de janeiro de 2010, extra-oficialmente, o Centro de Direitos Humanos de Londrina iniciava as suas atividades, no calçadão, distribuindo panfletos, gritando palavras de ordem, caminhado até a frente do terminal urbano e junto com demais companheiros e companheiras de luta mostrou sua indignação quando um direito humano não é respeitado, e convida a todos e todas as pessoas para as próximas mobilizações. Anote:

29/01, a partir das 17h30 – Panfletagem nos terminais Acapulco e Vivi Xavier
30/01, a partir das 17h30 – Panfletagem no Terminal Central

Vani Espírito Santo
(coordenadora estadual do MNDH)

sábado, 16 de janeiro de 2010

Contra a demissão dos cobradores!

Mais uma vez o presidente do Sintroll mostra que só defende os interesses da Grande Londrina. Diante deste aumento absurdo inventa que o aumento garante o emprego dos cobradores. Mentira! O Sindicato já entregou o emprego dos cobradores, negociou há vários anos diante da implementação do cartão transporte. Já anunciou até na imprensa que não há nada a fazer. Mais uma mentira, há o que fazer sim. A única forma de garantir o emprego dos trabalhadores é unir motoristas, cobradores e demais oprimidos (donas de casa, desempregados, juventude e trabalhadores). A garantia do emprego deve ser conquistada com luta, por meio da ação direta.
A reorganização do Comitê é urgente!

Tarifa a R$2,25!!! Só a organização poderá barrar este aumento, conquistar o passe livre e a estatização

Os aumentos covardes nas férias já viraram rotina em Londrina, mas o prefeito Barbosa Neto inovou com o “ataque surpresa”. Sem nenhuma notícia anterior na tarde de sexta-feira, dia 15 de janeiro, foi divulgado que a tarifa passaria a R$2,25 no domingo, dia 17. Isto só demonstra o quanto o prefeito já está totalmente a serviço da Grande Londrina.

O reajuste atual é de 7%, passando de R$ 2,10 para R$ 2,25. O aumento anterior, de R$ 2 para R$ 2,10 em agosto de 2009, foi de 5%. Em seis meses,a elevação na tarifa do transporte coletivo em Londrina foi de aproximadamente 12%, maior que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor do ano passado, registrado em torno de 4,18%.

Como explicar o novo aumento?

A versão da CMTU/Prefeitura:

1)houve reposição aos trabalhadores;

2)passaram a garantir na planilha os 7% de lucro para a Grande Londrina e Brasil Sul (que adquiriu a Francovig);

3) caiu o número de passageiros por conta da gripe A;

4) renovaram a frota.

A realidade:

1)A mísera reposição de 1,4% aos trabalhadores não justifica o aumento de 7,14% na tarifa.

2)É indecente acrescentar os 7% de lucro, como se até agora a Grande Londrina, do bilionário e mafioso Nenê Constantino, fosse filantrópica.

3)Só usam este argumento quando há queda, na realidade o número de passageiros é uma incógnita em que os dados apresentados não são confiáveis.

4)Em relação à frota, o que a empresa deveria explicar é porque não devolve à prefeitura os ônibus dispensados (isto está no contrato, pois pagamos na tarifa pelo veículo). A Grande Londrina lucra com a renovação pois “vende” os ônibus velhos para suas próprias empresas que atuam em cidades menores.

Mas nada disso explica este novo assalto aos trabalhadores. Todos estão cansados de saber dos vínculos das empresas de transporte com os políticos, aí está a origem dos aumentos. E é por isso que não dá para confiar nas ações dos vereadores. São brigas internas que expressam jogadas de uma empresa contra a outra.

A única maneira de barrar o aumento é reorganizar a luta. O Comitê pelo Passe Livre, Redução da Tarifa e Estatização do Transporte Coletivo deve se enraizar nas universidades, escolas e bairros. Temos que exigir o passe livre para estudantes e desempregados, o transporte é um direito, não pode ser mercantilizado; a redução imediata da tarifa e a estatização, sob o controle dos trabalhadores e usuários. Sem o lucro das empresas e as propinas dos políticos, judiciário e mídia tudo isto é possível.

Quem quiser fazer parte desta luta, entre em contato: passelivrelondrina@yahoo.com.br.

Roubando o Povo: Novo aumento de Tarifa do Busão!


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Postado por Arthur Montagnini do blog Rabisco Londrinense


E a partir de domingo o valor do transporte coletivo de Londrina vai subir.
O valor de passará de 2,10 para 2,25, esse reajuste é de 7,15%.

Apesar de ter prometido muitas vezes em campanha, que não iria aumentar o valor do busão, e mesmo com a tal CEI do Transporte Coletivo, feita no ano passado, e constando que não necessitava de aumento, a prefeitura não quis nem saber. E vai aumentar a porcaria do valor!

Um absurdo! E falo aqui em nome das pessoas que, assim como eu, utilizam diariamente o transporte.
O lucro da empresa só que aumenta, e o dinheiro no nosso bolso, só que roubam!
Os ladrões de gravata, esses que usam paletó, e que não aparecem no programa morno do Camargo, com certeza não utilizam a merda do transporte coletivo da nossa cidade.
E claro, os seus filhos nem sabem o que é andar de ônibus.

O Sr. Barbosa assumiu a prefeitura e em menos de um ano no cargo, já subiu o valor da passagem duas vezes!
http://rabiscolondrinense.blogspot.com/

"Aumento da tarifa foi justo e transparente": pérola da ACIL


Em reportagem da Folha de Londrina, o presidente da ACIL afirma que o aumento da tarifa para R$2,25 é justo, apesar de atingir mais o setor produtivo. Quanta mentira! Quem é atacado é o trabalhador. Os patrões, como sempre, repassam os custos em suas mercadorias e serviços e ainda usam isso para comprimir o salário do trabalhador.

O presidente da ACIL tem a cara-de-pau de elogiar a transparência do processo! Que transparência é possível em um aumento tramado às escondidas. Os que participaram deste abuso não são representantes da população, mas sim cúmplices do prefeito Barbosa e da Grande Londrina. Segundo o presidente da ACIL representantes da UEL e Conselho de Usuários acompanharam a revisão dos custos e acataram a decisão. Isso comprova que estes Conselhos Municipais não representam em nada a população, são comandados pelo Estado e pela burguesia. representantes sindicais ou de associações de moradores acabam sendo representantes dos próprios setores patronais. Afinal, em que âmbito o representante da UEL tomou sua decisão, quais foram os setores consultados em plenas férias? E que bairro acatou este aumento, em que assembléia de moradores isto foi discutido?

Só para sabermos quem são os representantes do Conselho Municipal de Transporte, empossados em 11 de setembro de 2009.

(tutti buona genti)

- Prefeitura de Londrina: Marcelo Odetto Esquiante (titular) e Paulino José de Oliveira (suplente);
- CMTU: Lindomar Mota dos Santos (titular) e Cristiane da Silva Felício (suplente);
- IPPUL: Cristiane Biazzono Dutra (titular) e Glauco Peres (suplente);
- Câmara: Rodrigo Gouvêa (titular) e Sebastião Raimundo da Silva (suplente);
- Agência do Sine: Dóris Andrade da Cruz (titular) e Vanda de Castro (suplente);
- Metrolon: Gildamo Mendonça (titular) e Antonio Carlos Marchezetti (suplente);
- Intersindical de Trabalhadores: João Batista da Silva (titular) e Orlando Luis de Freitas (suplente);
- Federação das Associações de Moradores e Entidades Organizadas de Londrina – Fameol: Carlos Alberto Siqueira (titular) e Romeo José Vicente de Oliveira (suplente);
- ACIL: Marcelo Cardoso (titular) e Marcelo Cassa (suplente);
- OAB: Nelson Sahyun Júnior